A Fecomercio-SP informou que o saldo de empregos do mês de julho do varejo paulista é o pior desde 2015. O resultado deixa claro que o aprofundamento das políticas do golpe, seja na esfera federal, seja na esfera estadual, é uma realidade: foram 175 demissões a mais que o número total de contratações. Em 2017, por exemplo, a diferença entre os dois índices foi positiva: 6.205 admissões.

O desempenho pífio de candidatos alinhados ao mercado somado à fracassada política de preços da Petrobras executada pelo tucano Pedro Parente contribuíram para o desempenho excepcionalmente ruim do primeiro semestre, afirma Jaime Vasconcellos, assessor econômico da entidade (ele chama a fragilidade das candidaturas da direita de “incerteza eleitoral” e o caos de Pedro Parente de “greve dos caminhoneiros”).

Segundo Vasconcellos destaca na reportagem do jornal Folha de S. Paulo, “a expectativa é que o típico aquecimento da segunda metade do ano, causado pelas vendas do Natal e pelo recebimento do 13º terceiro, compense parte das perdas”.

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